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Todo aventureiro está sempre a procura de sonhos, do desconhecido, estar onde nunca esteve, e conosco não foi diferente. Sonhávamos realizar uma longa viagem, pegar a estrada, aproveitar ao máximo a paixão de pilotar nossas motocicletas, pois isto está no espírito de aventura de todo motociclista. Aqui descrevemos as dificuldades, os perigos, as emoções, os momentos mágicos indescritíveis e as belas lembranças sentidas nessa aventura, que começou no Oceano Atlântico e terminou no Pacífico, tendo a Cordilheira dos Andes e o Deserto do Atacama como destaque.

Na America do sul, um dos lugares mais inóspitos e mais cobiçados pelos motociclistas para grandes viagens é sem dúvida o Deserto de Atacama. Lá encontraremos paisagens exuberantes, como montanhas com picos nevados, lagos com águas verde-esmeralda, imensas salinas, e toda essa beleza atrai gente de todo o planeta. É possível encontrar motociclistas do mundo inteiro, inclusive nós brasileiros. Vivenciamos isso em 21 dias de muita aventura e fizemos esse post com 11 perguntas e respostas para dividir com vocês as dúvidas que tivemos antes da viagem…

Qualquer pessoa pode fazer uma viagem dessa, sozinho ou em grupo, basta ter vontade e planejamento. Sim, planejamento, essa é a palavra chave, foram nove meses planejando, tínhamos muitas duvidas, qual roteiro fazer, custo aproximado, documentação do carro e das motos, equipamentos obrigatórios, onde ficar, postos de combustíveis, etc. Achamos muita coisa na internet mais precisa peneirar, não adiantava ler artigos, pois as informações já poderiam estar obsoletas, então procuramos ler somente expedições que ocorreram a partir de 2016.

Revisado e atualizado em Dezembro 2016
Os Lagos Andinos compõe um dos cenários mais belos do sul do Chile e da Argentina, e vem atraindo cada vez mais turistas e aventureiros para a região. A maioria das operadoras que vendem esse pacote incluem cidades dos dois países, mais se você tem pouco tempo pode optar somente pelo lado Chileno. Nesse post vou além, proponho um roteiro que passa pelas capitais, Santiago e Buenos Aires, e as cidades de Pucón, Puerto Varas, Bariloche, além é claro, o famoso Cruce Andino.

Bem-vindo a San Carlos de Bariloche, carinhosamente chamada de Bariloche, localizada na Patagônia Argentina, na costa sudeste do Lago Nahuel Huapi que não congela nem em invernos rigorosos e no coração do Parque Nacional do mesmo nome, bem no centro da Cordilheira dos Andes. O lugar oferece uma ampla gama de opções para o turismo, tanto convencional como de aventura, sendo um excelente destino durante todo o ano.

Buenos Aires, a mais europeia das capitais da América do Sul, certamente estará outra vez no meu roteiro, isto porque nessa viagem só tivemos dois dias para conhecer a bela capital portenha. Convenhamos, muito pouco tempo. Mas mesmo assim o sábado e o domingo que passamos na cidade foram bem proveitosos.

El Calafate, conhecida como a capital nacional das geleiras, é uma pequena cidade localizada na província de Santa Cruz, Argentina, próxima a fronteira com o Chile. Em franco desenvolvimento turístico, oferece boa estrutura hoteleira, um aeroporto pequenino, mas moderno e ótimas opções de turismo. Seu clima é frio, com média anual de sete graus, temperaturas máximas por volta dos treze graus e mínimas por volta dos dez abaixo de zero. É lá que está a maior geleira em extensão do mundo: O perito Moreno

Desta vez o destino escolhido foi a Patagônia Argentina. Localizada no sul da América do Sul, abrangendo quase dois terços dos territórios da Argentina e do Chile. São quase 800.000 quilômetros quadrados de território virgem, pouco explorado e de escassos habitantes. Uma região riquíssima em recursos naturais de incomparável beleza, fazendo deste lugar um dos mais belos do planeta. Foi nesse cenário que chegamos a Ushuaia, para iniciar uma viagem de 4 dias pela capital da Terra do Fogo.