Post atualizado em agôsto de 2019

O Brasil é um país com dimensões continentais, e oferece aos amantes da natureza e dos esportes radicais inúmeros cenários espetaculares com paisagens exuberantes, sendo um desses lugares o Jalapão.

Localizado numa área de transição entre as vegetações de cerrado e da caatinga, abrangendo diversos municípios no leste do Estado de Tocantins, o Jalapão é um daqueles lugares que a natureza tentou esconder e, assim, se mantém intacto até hoje, sendo para muitos um grande oásis, pois em sua área com aproximadamente 150 mil hectares apesar de apresentar uma paisagem árida com solo predominantemente arenoso, encontra-se uma flora e fauna bastante variada, além de diversas nascentes rios, cachoeiras, lagoas, dunas, serras e chapadas. É possível apreciar ainda em seu habitat natural antas, araras, emas, jacarés, papagaios, veados, tamanduás, tucanos, onças e espécies raras e ameaçadas de extinção como o pato-mergulhão e a águia-cinzenta.

Anoitecer no Jalapão

Para realizar essa aventura optamos pela Korubo Expedições, empresa conceituada e bastante conhecedora dos mistérios do Jalapão.

1º Dia: Palmas / Safari Camp Jalapão

Nossa aventura começou pela manhã em Palmas, no Tocantins. Após café da manhã no hotel, Eu, Herbert e o Ismar nos juntamos ao restante do grupo, totalizando 23 pessoas que teriam o privilégio de passar os próximos 5 dias nesse paraíso.

Seguimos então em direção ao Safari Camp no Jalapão, situado a aproximadamente 300 km de Palmas, primeiro pela Rodovia Estadual TO-050 até Porto Nacional e depois rumamos para Ponte Alta do Tocantins pela TO-255, onde finalmente paramos para um simples, porém gostoso almoço caseiro. Após um breve descanso, transferimos nossas bagagens para um caminhão (Korubão) com tração 4X4 que a empresa adaptou para o transporte dos aventureiros para lugares bucólicos e ao mesmo tempo paradisíacos.

Kurobão


No caminhão, dirigido pelo super gente boa Nelson, e com o guia também gente boníssima Mauro seguimos em direção a misteriosa Serra Geral, e à medida que nos distanciávamos da civilização as paisagens do cerrado ficavam mais evidentes e qualquer tipo de comunicação com o restante do mundo só em pensamentos (celular, nem pensar, que diga o Ismar), paramos na estrada para observar toda riqueza da região e sentir a força da natureza junto da gente, simplesmente divinal.

Mais adiante visitamos o Canyon de Suçuapara, grande fenda ocasionada pela erosão da água na rocha, um local refrescante em meio à aridez do cerrado, com suas águas que escorrem por uma abertura entre as rochas. Descemos uma curta trilha e dentro do canyon caminhamos sobre o leito de um pequeno riacho de águas rasas e cristalinas, outros se deliciavam num convidativo e gostoso banho em uma cachoeira ali existente. Dali seguimos sempre por estrada de terra até o Safari Camp situado à beira do Rio Novo, um refúgio totalmente interagido com a natureza onde chegamos por volta das 18:00 hs.

 Canyon de Suçuapara
Canyon de Suçuapara


Neste trajeto o grupo começou a ficar mais entrosado e a viagem mais alegre, com todo mundo se conhecendo mais. O Mauro instruiu a todos como funciona o acampamento e os procedimentos de utilização do refeitório, banheiros e tendas, que se não me engano são 13, baseadas naquelas utilizadas nos safaris africanos, e a seguir indicou a tenda onde cada um ia ficar, coube a nós três a única tripla do acampamento, que modéstia parte é a melhor disparada e foi a mais badalada e visitada pelas fofoqueiras e fofoqueiros, que queriam bisbilhotar nossa mansão, hehehehehe.

A curiosidade era grande para conhecer o Rio Novo, mesmo à noite fomos até lá conferir, e para surpresa encontramos parte da turma tomando banho, é lógico que mergulhamos nas águas puras e transparentes de um dos últimos rios de água potável do planeta, foi um momento mágico para todos que ali se encontravam, pois a lua cheia refletia toda sua luminosidade nas águas do rio, desenhando assim um cenário de rara beleza.

Rio Novo

Após o banho de rio, tomamos uma chuveirada quente, pois já começava esfriar e logo ouvimos o sinal de que o jantar já estava sendo servido e nos dirigimos ao refeitório, neste trajeto observamos toda área do acampamento iluminada por luzes verdes e tochas de fogo espalhadas por todos os cantos, além da lua, dando um ar de “no limite” do Jalapão, já sentados à mesa uma caipirinha foi oferecida a todos como boas-vindas e logo depois jantamos aquela comida maravilhosa feita pelo nosso motorista e agora também cozinheiro Nelson, o cabra joga em todas as posições e a seguir fomos dormir.

As refeições são sempre deliciosas no acampamento

Enganam-se quem pensa que vai dormir em colchonetes no chão, as tendas são amplas, possuindo camas com colchão macio, travesseiros e toda roupa de cama muito limpa e cheirosa, inclusive o cobertor, e na parte traseira ainda dentro da tenda um banheiro com pia e vaso muito asseado. Toda eletricidade utilizada no acampamento é gerada por energia solar e um pequeno gerador localizado no rio, à noite pequenas lâmpadas de diodo, embora fracas, iluminam todas as instalações. Quando entramos pela primeira vez na tenda, pensei vamos ficar fritos aqui neste caldeirão na hora de dormir, puro engano, passei um frio animal e à medida que as horas iam passando, levantei para colocar calça comprida, casaco e fechar as janelas de tela que ficam abertas para arejar o ambiente, se não fizesse isto provavelmente morreria congelado, rsss.

Nossa tenda

2º Dia: Canoagem no Rio Novo e Pôr do sol nas Dunas

Acordamos cedo e antes do gongo tocar para o café fomos conhecer melhor toda área do acampamento. Percebemos que atrás de cada tenda existe um varal para estender as roupas, e que as instalações para banho são separadas por sexo, acho que contém 5 chuveiros cada, aquecidos por energia solar, que por sinal proporcionam excelentes banhos. Na frente das barracas perto do rio, fica o refeitório com uma imensa mesa e bancos de madeira, onde a galera saboreia as deliciosas guloseimas preparada pelo Nelson e sua trupe, gente pensei que ia voltar mais fininho do Jalapão, aconteceu o contrário voltei mais redondo. Hehehehe.

O Safari Camp da Korubo no Jalapão
As tendas possuem camas para duas e três pessoas e banheiro

Bem perto do refeitório fica o redário, local onde a turma tira aquele bom cochilo após as aventuras diárias que chegavam até a roncar. Todas as instalações, como tendas, refeitório, redário, possuem telas para nos protegeram de picadas de mosquitos e mutucas.

Logo após o café nos dirigimos para a prainha do Safari Camp no Rio Novo, onde o Mauro nos ensinou todas as técnicas sobre a prática de canoagem. Todos devidamente instruídos e munidos de capacete, colete salva-vidas e ainda de posse de seu bote e remo entraram na água. Começamos remando, depois à medida que descíamos o rio deixando a correnteza nos levar, deslumbrávamos com as paisagens da natureza selvagem do lugar, a beleza do rio, o barulho de suas águas e da revoada de pássaros, principalmente das araras azuis, interagindo assim plenamente este esporte saudável com a mãe-natureza.

Instruções antes de iniciar a primeira atividade do dia

Remamos cerca de 1:30hs, num percurso aproximado de mais de 4 km e depois de duas pequenas corredeiras paramos numa mini ilha para descanso e um delicioso mergulho em suas águas cristalinas. Novas instruções foram dadas, pois na próxima etapa passaríamos pela corredeira mais forte de todas, para isso, teríamos que transpor o rio para a margem esquerda e perto da queda remar sempre. O Mauro seguiu na frente com as máquinas fotográficas e se posicionou em local estratégico para a tomada de fotos do grupo, o combinado foi que a galera desse um tempo na saída de cada um dos botes, pois somente assim poderíamos obter fotos daquele momento.

À tarde, depois de uma soneca no redário, saímos as 16:00h para conhecer as famosas Dunas douradas do Jalapão, cuja cor é devido a areia de quartzo de coloração dourada. O Mauro falou que esse horário um pouco tarde era para assistir o espetáculo do pôr-do-sol e a mudança das cores das areias das dunas. Essas dunas são cercadas por imensos Chapadões e estão sempre se movimentando, sendo formadas pela erosão da Serra do Espírito Santo causadas pelas chuvas e ventos.

Depois de quase 1:00h de estrada de terra o caminhão nos deixou num local, de onde realizamos uma pequena caminhada até a base da duna, com um pequeno riacho quase seco a contorná-la, confesso que nunca tinha visto antes dunas com aquela coloração dourada, um amarelo ouro indescritível. O nosso guia disse que poderíamos subi-la descalço, mesmo sob sol escaldante com uma temperatura próxima dos 40ºC. Subimos aquela grandiosa e espetacular obra da natureza com mais de 40 metros de altura e do seu cume um majestoso cenário se descortinou ao redor, várias outras dunas menores, chapadões para todos os lados, lagoas e riachos, a vegetação do cerrado e bem a nossa frente, porém distante, a Serra do Espírito Santo contrastando com um céu azul anil, simplesmente indescritível.

Após várias fotos, ficamos ali captando energia positiva daquele lugar surreal, até a hora em que o sol preparava-se para desaparecer no horizonte, e ao mesmo tempo a lua nascia no lado oposto num espetáculo de cores e luzes que só terminou quando o astro-rei sumiu definitivamente no poente sob o aplauso de todos. O cenário continuava lindo, continuamos algum tempo naquele lugar mágico, contando causos, piadas e extasiados com o que acabamos de ver. Já noite e agora só tendo a companhia da lua a iluminar a imensidão daquele deserto, retornamos ao Safari Camp. Mais banho de rio e mais uns quilinhos para esse corpinho. Rsss.

3º Dia: Cachoeira da Formiga / Fervedouro / Mateiro

Saímos por volta das 08 horas no Korubão com destino ao Poço do fervedouro no Município de Mateiros, mas antes passamos na Cachoeira da Formiga, uma pequena queda com piscina natural de águas cristalinas e de cor verde esmeralda.
Devido ao forte calor e ao cansaço da viagem todos entraram naquela água refrescante, e recarregaram suas baterias com uma super hidromassagem natural proporcionada pela correnteza de suas águas. Ficamos ali um bom tempo, tirando fotos e divertindo bastante.

Posteriormente seguimos para o Poço do Fervedouro, uma nascente de água, cercada por bananeiras e com fundo de areia branca. Só podendo entrar no máximo 6 pessoas de cada vez, o guia nos pediu para entrar na água correndo, e foi o que fizemos, afundamos no início, porém quase que instantaneamente começamos a submergir e flutuar, causando uma sensação totalmente diferente.

O Fervedouro
Fervedouro


Esse fenômeno conhecido como ressurgência acontece devido à alta pressão da água que aflora na superfície impossibilitando que a gente afunde, fazendo realmente flutuarmos em suas águas. Se ficarmos imóvel próximo a área de ressurgência, tem-se a sensação de que estamos sendo tragados por areia movediça, todavia a única maneira de se manter equilibrado no centro do fervedouro é ficar pedalando. Tudo é pura diversão e o único inconveniente foi a grande quantidade de areia que fica grudado no corpo, mas nada que um pequeno banho no riacho ao lado não possa resolver.

Fervedouro

Após o almoço, saímos para Mateiros para compras do artesanato de Capim Dourado que são produzidos pela comunidade dos Mumbucas que fica nas proximidades da cidade, são remanescentes de quilombos vindo da Bahia no início do século passado e que tem como principal fonte de renda a venda de artesanatos oriundos do capim dourado, planta típica que cresce nos varjões entre abril e junho, com a colheita ocorrendo somente entre os meses de setembro a outubro, muito valorizada no exterior, mas pouco difundida e reconhecida no Brasil. Enquanto os homens trabalham na roça ou pescam para o sustento, as mulheres trançam chapéus, cestas e bolsas. Compramos, tomamos sorvete próximo a praça central da pequena cidade e retornamos ao acampamento.


O Jantar era sempre um momento de muita conversa e divertimento, pois o refeitório era o local onde a trupe mostrava as fotografias, fazia fofocas e comia muito, mais muito mesmo, neste dia mais ainda, pois comemoramos o aniversário de nossa amiga Flávia com um bolo super delicioso. Após a refeição que não precisa mais comentários, o guia Mauro nos avisou que íamos sair por volta das 5:00h da manhã do dia seguinte para a trilha da Serra do Espírito Santo, com o café sendo servido excepcionalmente a esta hora também.

4º Dia: Caminhada na Serra do Espirito Santo

Acordamos cedo e com toda mochila arrumada fomos tomar café, ainda estava escuro, mas a maior parte do grupo já estava lá. Logo em seguida já estávamos no Korubão para encarar mais de uma hora de estrada de terra e esburacada até a base da Serra do Espírito Santo, cartão postal do Jalapão. Já no local o Mauro nos passou as últimas instruções e sob um intenso calor começamos finalmente a caminhada. A parte inicial é a mais difícil, pois a subida e muito ingrime e feita sempre sobre pedras, porém com algumas paradas para um breve descanso e, depois de mais 1:00h chegamos a parte mais alta do chapadão, seguindo direto para um mirante onde praticamente todos tiraram fotos em cima de uma pedra.

Com o grupo todo reunido seguimos cerca de 3Km adiante pela crista da chapada em uma área plana até chegarmos ao Mirante, de onde é possível observar toda região do Jalapão. Realmente uma visão panorâmica de tirar o folego de qualquer um que visita este misterioso e selvagem lugar. Do alto meus olhos presenciaram lá embaixo as dunas que a dias atrás pareciam imensas e agora quase não eram percebidas parecendo uma pequena faixa de areia naquela imensidão, dezenas de chapadões espalhados por todos os lados, simplesmente espetacular. Foi servido um pequeno lanche para repor nossa energia e ficamos ali um bom tempo contemplando aquele momento único de uma beleza impar que ficarão registrado pra sempre em nossa memória.

A Serra do Espirito Santo

Voltamos a Safari Camp, novamente aquele banho revigorante de rio e almoço. Como a tarde era livre o Fernando marcou para as 16:00h uma caminhada leve nas proximidades do acampamento, então ficamos na prainha do rio tomando banho, ouvindo a sinfonia dos pássaros nas árvores e aguardando o horário da trilha, quando do nada quem aparece flutuando nas águas do rio, quem, quem, o nosso amigo Miguel, aquele mesmo que nos apanhou no Aeroporto de Palmas. Então perguntamos a ele se poderíamos flutuar também, no que fomos prontamente atendido, pegamos os coletes e seguimos uma pequena trilha na margem do rio até próximo a uma corredeira. O Miguel nos explicou o que deveríamos fazer, e daí pra frente foi só alegria, quase todos fizeram a flutuação várias vezes até quase escurecer, um relaxamento total, realmente muito gratificante, conclusão, a caminhada foi por rio abaixo.

À noite depois do jantar participamos de uma fogueira, uma espécie de despedida do Safari Camp, já que seria o último pernoite. Fogueira acesa, noite fria, céu enluarado e estrelado e todos sentados a sua volta, com o Mauro contando tudo sobre o local, inclusive sobre a passagem da Coluna Prestes pela Região, e conversa vai, conversa vem, mesmo perto da fogueira muitos sentiam frio e outros davam cabeçadas de tanto sono quase caiam das cadeiras, quando o homem-bomba entrou em ação, e num rojão eletrizante acordou todo mundo, arrancando risos de toda galera acabando de vez com o bate-papo. Só nos restava voltar para a tenda e dormir.

5º Dia: Cachoeira da Velha

Ouvimos pela última vez o gongo do refeitório de que o café já estava sendo servido. Nos dirigimos até lá, onde encontramos toda turma lamentando os derradeiros momentos do acampamento, afinal foram quase uma semana juntos com muita aventura, emoção, diversão e o mais importante acima de tudo, muitas amizades conquistadas. Caminhão na estrada e mais estrada de terra, agora já voltando em direção a Ponte Alta, quase 3 horas de viagem chegamos a Cachoeira da Velha, a maior do Jalapão, exuberante, linda. Andamos sobre uma ponte até chegar bem próximo de suas imponentes quedas com quase 20m, exploração total, muitas fotos.

Cachoeira da Velha

Saímos em direção a Prainha da Cachoeira, um local extremamente agradável, onde tomamos em suas águas rasas e cristalinas o último banho do Jalapão. O nosso amigo Nelson nos chamou para um “almoço” improvisado, tudo muito gostoso como sempre e logo após partimos para Ponte Alta. No meio do caminho avistamos uma ema correndo, como corre essa ave e um pneu furado atrasou um pouco a chegada. Trocamos o transporte e chegamos no hotel em Palmas à noitinha. Ficou marcado que após o banho sairíamos para um jantar de despedida, e assim foi feito, comemos uma boa carne de sol com aquela cervejinha gelada e retornamos ao hotel, onde nos despedimos com muitos abraços, beijos e lágrimas dos que iam viajar já de madrugada.

Considerações Finais

Conhecer este paraíso praticamente inexplorado e preservado pelo homem e um dos mais lindos do País foi uma experiência impar e um momento único na minha vida, que merece ser vivenciado por todos em toda sua plenitude. A partir do instante que entrar no Jalapão, a melhor coisa a fazer é se desligar de tudo, sentir liberdade total e paz em seu interior, deixando todos os problemas para trás. Participar desta aventura é estar lá, entre chapadas, dunas, cachoeiras, corredeiras, flora e fauna, conhecer o desconhecido, ver o que jamais tinha visto, sentir o que nunca sentiu antes e ter certeza de que a biodiversidade deste bioma se mantém intacta e sem poluição como poucos lugares do mundo. Agradecimentos a toda equipe de apoio da Korubo: Nelson, Mauro, Miguel, Junior, Manoel, Adelio, Geovani e Viana, que sempre nos tratou com educação, cordialidade, e dedicação em todos os momentos de nossa aventura. Valeu muito, vocês são demais.

Texto: Valdir Neves

Vídeo

Dicas

Tentar ir sozinho, sem guias ou sem um veículo 4×4, é praticamente impossível. Contrate empresas especializadas. Escolhemos a Korubo Expedições e ficamos bastante satisfeitos com o trabalho deles. Desde o momento que você pisa em Palmas até a sua saída eles cuidam de tudo, você só precisa se preocupar em aproveitar ao máximo sua estada no Jalapão.

Resumo

Saber o que levar para o Jalapão é muito importante. Abaixo a nossa sugestão:

  • Roupa de banho, shorts e maiô.
  • Tênis ou bota confortável para a caminhadas.
  • Uma calça comprida leve e uma camisa de manga comprida. Faz frio a noite.
  • 2 Toalha
  • Papete ou tenis velho para a canoagem.
  • Protetor solar.
  • Boné ou chapéu.
  • Óculos de sol.
  • Repelente contra insetos.
  • Lanterna leve e pilhas sobressalentes.
  • Medicamentos regulares.
  • Máquina fotográfica.
  • Artigos de uso pessoal como sabonete, shampoo, escovas e pasta de dentes e outros.

Outras Dicas!!

  • É recomendável tomar vacina contra Febre-Amarela, mesmo não havendo foco da mesma na região.
  • Esqueça se pretende usar celular. Não há sinal algum. Porém, em casos extremos e de urgência a Korubo dispõe de telefone Via Satélite.
  • Só existem duas estações: Das chuvas; de Novembro até final de Abril, e a da Seca; de Maio a Outubro.
  • Se for visitar a região ou outro lugar qualquer, mantenha o hábito de apanhar seu lixo e não poluir o ambiente.
  • A aventura é recomendada para todas as idades, com total segurança e estrutura.
  • Necessitando de uma dieta especial, basta avisar com antecedência a Korubo.